Thinkgeek: um site para as massas espertas
A Vingança Coreana - Mr. Vingança,Old Boy e Lady Vingança
O cinema oriental é uma das indústrias mais importantes e influentes da atualidade e contribui fortemente para
a evolução do modo como diferentes situações devem ser retratadas. Chan Wook Park é apenas um pequeno exemplo da massa criativa que se expande por todo o mundo, forçando uma renovação (diria revolução) cinematográfica. Park conseguiu, ao longo de três anos, construir uma trilogia de tema único – vingança – que prova até onde um ser humano pode chegar movido apenas por ódio e rancor.
Em Sympathy For Mr. Vengeance, Old Boy e Sympathy For Lady Vengeance, a visão madura de Park sobre o impacto de suas histórias transcende o apelo à violência desenfreada, sem motivos. Está mais para um estudo meticuloso do temperamento humano e das conseqüências que aquele personagem sofre por seus atos. Mr. Vengeance é o filme que melhor representa o descontrole de uma pessoa em diversas situações. Ryu, por exemplo, não mede forças para restaurar a saúde de sua irmã, enquanto Dong-jin, cego pelo ódio, visa apenas acabar com aqueles que deram fim a vida de sua filhinha. Um circulo de ódio e amor que se repete nos três filmes, mas se torna muito eficaz na situação de Mr. Vengeance. Talvez por ser o longa mais movido ao acaso, sem longos períodos para a elaboração de planos de vingança.
Old Boy, pelo contrário, ganha notoriedade por sua complexibilidade nos planos criados por um homem misterioso, capaz de confinar e vigiar um ser humano durante 15 anos, para libertá-lo apenas com o propósito de destruí-lo. É a beleza de um plano bem realizado. A vingança precisa por natureza de algo que a torne atrativa e satisfatória para quem a executa. Seja em um jogo de gato e rato cheio de enigmas, seja na simples realização exata de como o ato é vislumbrado.
Lee Geum-ja, de Lady Vengeance, chega a construir uma arma própria para o grande dia do acerto de contas. Condenada por um crime que não cometeu, Geum-ja é prova de que no mais puro dos corações, o ódio consegue transformar tudo em impressões. Durante todo o filme somos levados a adorá-la e temê-la por seus atos.
O contexto pesa bastante nas histórias de Park e isso valoriza a ambigüidade de nossos sentimentos diante dos dilemas de cada personagem. Afinal, Ryu, de Mr. Vengenace, além de surdo-mudo, é um homem batalhador e visivelmente desesperado pela situação da irmã; Lee Woo-jin, em Old Boy, teve fortes motivos para os atos que cometeu; apenas Mr. Baek, de Lady Vengeance, não consegue apresentar uma dualidade de caráter forte o bastante para cativar o espectador. Aliás, Baek é o mais fraco dos personagens apenas por não estabelecer esta relação. Todos os outros personagens de cada filme possuem al
go que nos agrada. Provavelmente por Baek ser uma personificação mais intensa das maldades que um ser humano é capaz.
As histórias simples ganham tanta força no estilo de montagem e na direção arrebatadora de Park, que a violência vem como um “mal necessário” para toda aquela pintura contemporânea de caráteres. De planos à fotografia, é como se cada elemento tomasse para si uma parte da trama. Como a abertura de Lady Vengeance na qual uma roseira negra espalha-se como tatuagem na pele branca de uma mulher (interpreto como o ódio que se espalha pela pureza branca, ornamentado pelos belos planos de vingança – as rosas) ou nos momentos de “cinema mudo” quando Ryu tenta estabelecer diálogo (a sensação de desolamento presente sempre).
Um comentário interessante de Park durante uma entrevista com Daniel R. Epstein sobre essa trilogia é, no mínimo, interessante: “A medida que faço mais e mais filmes, em entrevistas que dou surgem perguntas como “Que tipos de sonho você tem?”, “Como foi a sua infância?”, “Houve algo que aconteceu na sua vida a ponto de fazer você ter esse ardor por vingança?”. Às vezes me sinto como se estivesse sendo interrogado pelo FBI. Então eu gostaria de dizer que nada em meus filmes é pessoal. Eu não tiro nada da minha vida pessoal.” Será que é preciso ser um Tarantino para fazer filmes doentios excepcionais?
Quem não tem essa dúvida?!
Warren Thomas, diretor do zoológico municipal, aplicou 297 miligramas de LSD em Tusko, o elefante. Dois outros cientistas, Louis Jolyon West e Chester M. Pierce, da faculdade de medicina da Universidade de Oklahoma, o acompanhavam.
A dose usada corresponde a 3 mil vezes a dose típica utilizada em seres humanos. É a maior dose de LSD jamais administrada a um ser vivo.
Posteriormente os cientistas explicaram que a experiência foi planejada para descobrir se o LSD induziria o elefante ao estado de musth (um frenesi temporário que alguns machos às vezes experimentam durante o qual se tornam extremamente agressivos e secretam uma substancia de odor desagradável pelas glândulas temporais). Alguns críticos, no entanto, alegam que não passou do desejo de satisfazer uma curiosidade doentia.
Seja lá qual foi a razão do experimento, ele não saiu como planejado. Tusko reagiu como se tivesse sido picado por uma abelha. Trombeteou por seu cercado por alguns minutos e então caiu de pernas para o ar. Horrorizados, os pesquisadores tentaram revivê-lo, mas cerca de uma hora depois o elefante estava morto. Os três cientistas concluíram constrangidos “Parece que elefantes são altamente sensíveis aos efeitos do LSD”.
Nos anos que se seguiram houve controvérsia acerca da causa da morte do animal. Alguns alegavam que não foi o LSD o causador do óbito, mas sim as drogas utilizadas para tentar reanimá-lo. Então, vinte anos depois, Ronald Siegel, da Universidade de Los Angeles, decidiu dar fim ao debate administrando a mesma dose de LSD a dois outros elefantes.
Ao invés de injetar o LSD, Siegel misturou a droga na água. Quando administrado dessa forma o LSD parece não ser fatal aos animais. Os elefantes não só sobreviveram como permaneceram calmos. Ficaram vagarosos, balançando para frente e para trás e emitiram ruídos estranhos parecidos com chios e trinados, mas em algumas horas já estavam de volta ao normal.
Entretanto, Siegel observou que a dosagem que Tusko recebeu pode ter excedido o limiar de toxicidade, de forma a ser impossível precisar a causa da sua morte.
A polêmica continua.
Rai Saraiva
Nova arma para D&D: "Vuvuzela infernal"

Nome: "Vuvuzela Infernal" ou "Orkzela"
Porte: Arma de uma mão.
Preço: 1 PP
Dano (médio): 1d4 Dano (grande): 1d8
Decisivo: x3
Incremento de distância: 20m, a favor do vento.
Peso: 0,5 kg
Tipo: Atordoante
Ataque especial: "Estoura tímpanos"(Rölajabulaní, em élfico); deixa o inimigo "surdo" por 1d4 semanas, mais 2 semanas com penalidades respectivas de -4 e -2 na perícia "Ouvir".
Origem: Acredita-se que as "Vuvuzelas Infernais", ou "Orkzelas", como comumente são chamadas, tenham sido criadas pelos anões, como um equipamento de comunicação de guerra, mas adaptadas e encantadas pelos orks para servirem como uma arma. Entretanto, não se sabe exatamente onde os Orks tiveram contato com esse equipamento. Alguns creem que eles devem ter conhecido as vuvuzelas em combate, contra os anões, mas os anões negam veementemente: "-Nunca deixamos um ork escapar vivo de uma batalha!".
Regras de combate com vuvuzela:
Quarto 666

Texto adaptado daqui.
Dúvido!!
Marque com X o que sabe o nome:
E agora Clique aqui! É impossível você acertar todos, tem 493....eu acho.....
Observação: está vindo mais por ai....aguarde!
Rai Saraiva
Um motivo para assistir One Piece
Foooda... E ai, vai assistir agora?
Rai Saraiva
Filmow: Uma rede social para que adora cinema

Filmow é uma rede social para quem adora filmes, nela você pode compartilhar opiniões sobre os filmes, criar e compartilhar sua lista de filmes que você já viu, gostaria de ver ou que, por algum motivo, não gostaria de ver.
No Filmow você poderá encontrar bons filmes muito facilmente, através das categorias você pode navegar por filmes que em breve estarão no cinema, os que estão nos cinemas e que já estão em DVD.
Você pode acompanhar as atividades dos seus amigos no Filmow, assim você saberá as opiniões dos seus amigos a respeito dos filmes que andam assistindo, isso pode ajudar você encontrar um novo bom filme muito facilmente. Afinal, a opinião do seu amigo é muito mais confiável do que a da balconista da locadora não é verdade?
O Filmow não é uma comunidade só onde encontrará filmes, você também pode interagir com seus amigos e descobrir novos amigos que tenham o seu gosto para filmes.
Os artistas também não ficam de fora, no Filmow você também encontrará uma página para cada artista, onde você poderá encontrar a biografia e a filmografia do mesmo, assim você ficara por dentro dos filmes que aquele artista participou e, se você for um fã, poderá encontrar filmes que ainda não viu com aquela participação.
Felipe Pucinelli on Filmow
Frederico Kremer on Filmow
Luiz Gustavo Kiesow
Hoshi no Koe - Vozes de Uma Estrela Distante

SINOPSE:
Noboru é um típico estudante japonês, que adora curtir as pequenas coisas do dia-a-dia, especialmente se tiver a companhia da bela e suave Nagamine. Ambos possuem uma afinidade muito grande desde os primeiros tempos de escola e, quando não estão juntos, mantém um contato constante por e-mails, através do telefone celular. Uma história que tinha tudo para se
tornar um conto-de-fadas, mas...SOBRE O ANIME:
E assim começa uma das mais belas histórias já apresentadas em um anime.
Antes de mais nada, é impossível comentar qualquer coisa sobre Hoshi no Koe sem mencionar um fato incrível em relação a sua produção. Parece mentira, mas Hoshi no Koe é obra de um homem só! Makoto Shinkai é o gênio por trás desta obra-prima. Após largar o emprego que tinha em uma empresa produtora de jogos, Makoto Shinkai começou a transformar esta história de sua autoria em um anime, criado inteiramente em seu Macintosh(incrível!). Makoto dirigiu, escreveu, editou e fez toda a animação de Hoshi no Koe, obtendo ajuda apenas na parte sonora. Ainda assim, na versão original, a dublagem foi feita por ele e sua esposa... o cara é um monstro! A atenção do mundo começou a se voltar para seu talento após a vitória de Hoshi no Koe no DoGA, um concurso de animação cujo prêmio principal era a divulgação e distribuição do anime vencedor por todo o Japão.Download:
Tamanho: 200 MB dividido em 3 partes de 50MB e 01 com 44,7MB
Idioma: Áudio em Japonês com legendas em PT-BR
Formato: Avi
Roberto Bolaños, o Chaves, processa intérprete de Chiquinha
Maria Antonieta de las Nieves, a Chiquinha do seriado 'Chaves'
Foto: Reprodução
"Eu continuarei lutando pelos meus direitos. Preciso trabalhar para pagar os advogados no processo", disse a atriz em entrevista à revista TV y Novelas.Essa é a segunda vez que Bolaños processa a interpréte de Chiquinha. Em 1995, ele a processou pelo mesmo motivo.
A atriz diz que Gómez Bolaños se diz o criador da personagem, mas as suas contribuições artísticas foram tantas, que agora a Chiquinha lhe pertence e, por isso, a registrou em seu nome, num momento em que ele se esqueceu de renovar o registro junto aos órgãos correspondentes no México.
Depois do sucesso de seu programa Chaves, Roberto Gómez Bolaños teve problemas com boa parte do elenco, já que se negou a dar permissão para que os atores explorassem comercialmente seus personagens. O ator Carlos Villagrán, que interpretou o Quico, também teve dificuldades para trabalhar com o personagem, e mudou a grafia. Atualmente ele se apresenta como Kiko.
Maria Antonieta de las Nieves credita a Bolaños o ataque cardíaco que teve, em razão do frequente stress por conta das pressões pelos direitos autorais.
Fonte: Clóvis Duarte
Ler a notícia na origem.
Holy Avenger - Capítulos 5 & 6
Capítulo 5 - Via 4Shared;
Capítulo 6 - Via 4Shared.
Só um aviso para os leitores e para o Rai: NÃO ESTAMOS NA SEMANA DE ANIVERSÁRIO! NA VERDADE, É NA TRANSIÇÃO DE JUNHO PARA JULHO, E NÃO AGORA!
Desculpem o mal entendido.




