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Terça-feira, Março 23, 2010

Projeto Kynamo parte 1 - O Mundo de Aerhon

Oi! Voltei hoje para começar o Projeto Kynamo. Hoje eu vou explicar para todos os autores (e para os leitores que queiram saber) como ele irá funcionar.

Hoje eu irei contar o básico da história do mundo onde o "jogo" se passa: Aerhon. Irei falar como é dividido o mundo, que época os personagens estão vivendo neste mundo e alguns acontecimentos.

Semana que vêm o primeiro personagem irá aparecer: o meu personagem. Para que outro autor possa colocar um personagem na história ele deve esperar duas semanas após a colocação de um novo personagem. Tempo para que o personagem se desenvolva e para que os outros autores entendam qual o propósito do personagem. Não é necessário que o autor post todas as semanas a continuação da sua história, mas é preferível.

Ao colocar o personagem no jogo, o autor deve escolher em que lugar quer colocar personagem. Espero que dois personagens não vivam no mesmo "estado", mas se o autor prefere assim, que assim seja.

As vilas não foram nomeadas para que, caso o autor queira colocar seu personagem ali, ele dê um nome. Além disso, algumas cidades não estão no mapa, o que quer dizer que os autores podem criar cidades em qualquer lugar. Aerhon é um mundo de fantasia medieval com pontos de tecnologia onde existe magia e uma grande diversidade de espécies e raças, qualquer raça ou espécie existente em jogos ou histórias pode existir em Aerhon.

Para os autores, usem o seguinte padrão nos títulos:
[nome da personagem] Capítulo [nº] - [nome do capítulo] (Projeto Kynamo).

Substituindo as sinais "["e "]" pelo que se pede, é claro. O nome em parênteses é opcional, mas seria bom que todos usassem.

Bom, com o tempo mais vai chegando! Vamos a história:


Começa então a lenda de Aerhon, um mundo mágico onde tudo pode acontecer. E irá acontecer! Mas antes de falar do futuro, vamos falar de geografia e história antiga.

O Mundo de Aerhon é dividido em oito continentes: as oitavas. Cada oitava é composta de várias cidades e uma capital. As oitavas são as seguintes:
Leonmis (oitava do norte); Aeris (oitava nordeste); Telles (oitava leste); Gnir (oitava noroeste); Eluryh (oitava leste); Vorangrul (oitava sudoeste); Ghiz (oitava sul-sudoeste); e a Oitava Sul, que nunca foi explorada e por isso não tem um nome.

Cada oitava é povoada por várias raças, sendo que na maioria das vezes, cada oitava é predominada por raças de uma certa espécie. As principais espécies de Aerhon são:
Humanos; Elfos; Anões; Goblinóides; Lagartos; Hobbits; e Orcs; mas também existem outras. As raças são divisões de uma certa espécie. Por exemplo, a espécie Elfica é dividida em: Elfos-marinhos, Drows, Meio-Elfos, Fadas, Winglies entre outros.

Central - Esphery
Capital: Joshyn
Principais Cidades: Morth; Kris; Brass; Clavis; Sartsa;
População (espécie): Humanos 31%; Elfos 21%; Anões 25%; Hobbits 12%; Goblinóides 7%; Outras Espécies 4%;

Oitava Norte - Leonmis
Capital: Indrfhly
Principais Cidades: Hugs; Ghyle; Gninhnis;
População (espécie): Elfos 85%; Humanos 13%; Outras espécies 2%;

Oitava Leste - Telles
Capital: Tsolok
Principais Cidades: Protnih; Alcem;
População (espécie): Anões 90%; Humanos 5%; Elfos 3%; Hobbits 1%; Outras espécies 1%;

Oitava Oeste - Eluryh
Capital: Rats
Principais Cidades: Capell; Gurin; Jihad; Ling;
População (espécie): Humanos 75%; Anões 8%; Elfos 6%; Hobbits 6%; Outras espécies 5%;

Oitava Sudoeste - Vorangrul
Capitais: Procyon; Kloir; Torask;
Principais Cidades: Atlâmus; Jhi; Kharr; Gjaar; Fandele; Pins; Huir;
População (espécie): Goblinóides 65%; Lagartos 20%; Humanos, Anões, Elfos, Hobbits e espécies civilizadas 0%; Outras espécies menos civilizadas 15%;

Oitava Sul-sudoeste - Ghiz
Capital: --//--
Principal Cidade: Ghiz;
População (espécie): Outras espécies 100%;

Oitava Nordeste - Aris
Capital: Milrem;
Principal Cidade: Astras;
População (espécie): Humanos 45%; Elfos 45%; Outras espécies 10%;

Oitava Noroeste - Gnir
Poucas Informações;

Oitava Sul
Nenhuma Informação

A oitava norte, Leonmis, é a região dos elfos, porém muitos humanos moram lá a trabalho ou quando querem se retirar do mundo. A Capital é Indrfhly, que fica no centro da Floresta de Larel. Não há caminhos até a cidade, o que faz dela uma cidade misteriosa e perigosa, pois para ir até ela é preciso um guia perito nesta floresta. Na parte leste de Leonmis fica o Deserto de Kharumyr e ao fim deste se localiza um pequeno vilarejo pouco visitado. Na parte oeste se encontra outra cidade de difícil acesso, Gninhnis, por ficar após as Montanhas do Esílio. Antes das montanhas, um pouco mais ao sul se localiza a cidade de Ghyle, uma cidade portuária, geralmente o primeiro acesso à Leonmis. É uma cidade muito rica e mal-tratada, por ser a ligação de Leonmis com o resto de Aerhon. Outra cidade de Leonmis é Hugs, uma cidade que abriga tudo que é estranho. Ela está sobre constante inverno e suas noites são mais longas que as manhãs. Seguido são encontradas pessoas surreais, totalmente desconhecidas e que parecem não pertencer a este mundo.

A oitava nordeste, Aris, é a Capital da Magia, lá se encontram as matrizes das maiores escolas de magia e todos os aspirantes a mago ou feiticeiro se encontram lá. Também ficam lá as sedes religiosas de Aerhon, cpor isso também vão para lá os que pretendem ser clérigos, sacerdotes, paladinos ou inquisitores. Na capital Milrem ficam as maiores escolas, ligadas as mais comuns formas de magia. Milrem é a terceira maior cidade de Aerhon, perdendo apenas para Walaris e Rats e mesmo assim é a cidade mais bem-cuidada dentre elas. Na outra cidade de Aris, Astras, ficam as escolas de magias proibidas, como necromangia e adivinhação, e as seitas de ligação em Trevas e Lua. Não é uma cidade muito grande e é bastante movimentada. Os moradores antigos de Astras nunca viram um sol, pois a cidade está em uma noite constante, o que favorece as pesquisas e explica o porque da cidade ser construída ali.

Na oitava leste, Telles, moram, em sua maioria, os Anões. Poucos Elfos, humanos e seres de outras espécies escolhem morar aqui, mas sempre há exêntricos. A capital é Tsolok, que fica entre a Cordilheira de Aspas e os Quatro Picos de Mortimer. Tsolok é o centro de encontros dos anões, e também a maior cidade comercial de Aerhon. Também não perde para Milrem em limpeza, e é bastante freqüentada periódicamente pelos comerciantes da Central. Em Protnih, a cidade portuária, moram poucas pessoas e o comércio é pequeno, foi organizado entre os anões para que Tsolok fosse maior em todos os quesitos entre as cidades de Telles. Perto dos quatro picos e de Tsolok fica a Árvore Yggdrasil, uma gigantesca árvore que emana um imenso poder, mas que ninguém sabe para qual fim ele poderia ser usado. Esta árvore foi nomeada pela única pessoa que veio de outro mundo que não seja Aerhon. Esta pessoa dizia que em seu mundo existia uma árvore de tanto poder quanto esta, e que ela era a responsável pela a vida e conhecimento de todos. Do outro lado da cordilheira não existe muita coisa. Dizem que existe uma cidade maior que Tsolok e até maior que Walaris, mas que é escondida com toda força pelos anões. Há boatos que houve uma vez em que um humano foi até lá e que quando voltou disse que tudo era feito de ouro e esmeraldas, e que o nome da cidade era Alcem. Mas os anões negam isso, e também nunca foi provado.

A oitava sul-sudeste, Ghiz, é uma pequena ilha com apenas a cidade de mesmo nome. Ela é usada como depósito da Central e poucos seres moram lá. É considerado que sua capital é a capital de Aerhon, Walaris.

A oitava noroeste, Gnir, é um caso bastante parecido com o de Ghiz, porém lá não há nada. Pelo menos é o que se diz. Antigamente muitos foram lá em busca de novas cidades, porém quando voltaram relataram que nada havia lá. Muitos duvidam disso e dizem que lá deve haver algo muito importante que os exploradores não quiseram relatar, mas ninguém se atreve a ir para lá. Talvez exista uma cidade lá, e várias pessoas morem nela.

Já na oitava oeste, Eluryh, moram os humanos em sua maioria. A capital Rats, como já foi dito anteriormente, é a segunda maior cidade de Aerhon, e nela se move um dos maiores comércios. É uma cidade bastante imunda e com pouco entretenimento, que se centra em Jihad. Jihad é a cidade dos teatros, festas, museus e tudo sobre cultura e entretenimento. Também fica aos arredores de Jihad a Arena Inunroc, onde acontecem os maiores campeonatos entre guerreiros e onde são entregues os maiores prêmios aos campeões. Bem ao norte fica a cidade de Ling, que para ser acessada precisa-se atravessar a floresta de mesmo nome. Ling é uma cidade magnífica, estremamente limpa e linda, onde os elfos preferem ficar quando estão em Eluryh. Já as cidades de Capell e Gurin, assim como so diversos vilarejos dispostos perto da fronteira com a oitava sudoeste, Vorangrul, sofrem problemas devido aos freqüentes ataques dos povos das cidades sobre domínio de Torask e Procyon. Vorangrul é a oitava dominada pelos povos negros, incultos como os goblinóides, Orcs, Trolls e kobolds. Vorangrul tem três capitais: Torask, Procyon e Kloir. Cada capital é regente de outras cidades: Procyon rege as cidades de Kharr, Gjaar, Jhi e Atâmus; Kloir rege as cidades de Fandele, Pins e também rege Atâmus; já Torask rege compartilhadamente Pins, enquanto rege sozinho Huir e o Templo de Tenebra. Apesar de serem povos estúpidos, os governos deles são tão bem organizados que é realmente raríssimo que ajam guerras entre os povos. Porém, nem tudo é bom, os povos de Kharr, Procyon, Jhi e Torask costumam saquear as vilas e cidades da região da fronteira das oitavas, principalmente as cidades de Capell e Gurin, cidades bastante agrárias. Isso é um problema constante e que está a ponto de estourar uma guerra.

Existe também a Oitava Sul, um local estremamente misterioso, onde ninguém jamais visitou. As vezes, a noite, as pessoas da Central veêm luzes no horizonte que parecem entrar ou sair da Oitava Sul. É algo sem explicação.

Por último, falarei um pouco da Central e da história de Aerhon:

A Central ou Esphery é o continente centro de Aerhon. É onde fica Walaris, a capital de Aerhon. Walaris fica em uma ilha no centro da laguna de mesmo nome, bem ao centro de Esphery. Lá é onde estão os registros de tudo que acontece e que aconteceu em Aerhon, guardados na Biblioteca da Central, a maior bilioteca do mundo. É a maior cidade de Aerhon e tem a maior variedade de espécies dentro dela. Porém, não é ela quem administra a Central, é a capital Joshyn, uma cidade de poucos habitantes, criada apenas para a organização da Central e para o centro da Cavalaria de Aerhon. Os cavaleiros são treinados escolhidos em Brass, treinados em Clavis e então mandados a Joshyn, onde serão incubidos de alguma missão. Qualquer um de "raça culta" (aqueles que não são goblinóides, orcs, trolls etc.)pode se alistar em qualquer cidade da Central para então ser mandado pra realizar o teste em Brass. As cidades de Morth e Kris são portuárias comerciais e recebem muitos viajantes das oitavas norte, leste, oeste e nordeste que desejam visitar Walaris. A partir de qualquer uma destas cidades pode se entrar em uma caravana até Porto Fhênix e de lá até Walaris.

Esphery é banhada de dois lagos e três lagunas: o Lago Galadriel (que banha a cidade de Morth), o Lago Gilford (que banha a cidade de Kris), a Laguna Walaris, a Laguna Kimera, (que banha as cidades de Brass e Clavis) e a Laguna Oazis (que banha Sartsa). As lagunas são ligadas ao oceano através do Rio Phelix.

Entre as cidades de Kris e Morth está as "ruinas" do Castelo da Velha Ordem, ruinas entre "aspas", pois ele apenas está abandonado e com algumas partes soterradas.
A Velha Ordem era o governo antigo onde apenas Esphery era conhecida e Aerhon era apenas uma terra circundada por águas infinitas. Esphery era um feudo e o Senhor deste vivia no castelo mencionado a pouco. OO nome dele era Kreatus e ele reinava com sabedoria. Todos o adoravam e ele sempre cuidava bem de todos. Tudo ia bem, até que chegou a Era dos Dracos. Como que vindo do nada, dragões começaram a aparecer e destruir as várias cidades de Esphry. Até a terra foi destruída em várias partes, dando origem aos lagos e lagunas que hoje existem na Central. Rapidamente começaram os treinos para matadores-de-dragões e depois de muitos anos de guerra, um grande dragão branco atacou a sede do feudo e matou Kreatus. Mas logo depois foi morto por um dos melhores cavaleiros matadores-de-dragões do reino, Dervindil. Com tudo destruido, a única escolha era procurar por outras terras, e então começou o Expansionismo. E como vocês devem perceber, a idéia deu certo.

Bem, meus leitores e amigos, a resto da história eu deixo para que outros contem. Talvez contem melhor que eu. Talvez contem pior que eu. Mas isso, isso só o destino irá dizer.

Hyres Kreval
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História, cenário e personagens criados por Gabriel Duro.
Mapa desenhado e editado por Gabriel Duro.
O Projeto Kynamo de Crônicas Dinâmicas é uma criação de Gabriel Duro, aproveitando idéias antigas de outros.
A utilização ou divulgação de qualquer um dos citados por qualquer método existente e que vá existir é proibido sem a autorização do autor.
Comentários
3 Comentários

3 comentários:

kiesow disse...

Bem detalhado o post parabéns...Depois posto minha primeira parte na história...

Felipe Pucinelli disse...

[2]

Gabriel Duro disse...

semana que vêm tem a próxima parte da história de Aerhon!

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